As regras de senhas “fortes” que você aprendeu estavam erradas

O cara que inventou o padrão de senhas “fortes” foi Bill Burr, que trabalhou no Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês), uma espécie de equivalente americano da nossa ABNT. O documento que continha as regras foi escrito em 2003 e dizia que uma senha forte deveria ter “capitalização irregular, caracteres especiais e pelo menos um numeral”.

Burr, agora com 72 anos e aposentado, deu uma entrevista para o Wall Street Journal se desculpando por ter criado as regras hoje amplamente adotadas pelas empresas (e provavelmente por ter feito você perder seu tempo). Além disso, o documento do NIST foi reescrito. Agora apresenta “uma abordagem diferente e mais simples, baseada principalmente no comprimento da senha”.

A recomendação é que “os usuários devem ser encorajados a tornarem suas senhas tão longas quanto quiserem”, e que ataques de força bruta podem ser mitigados limitando-se a quantidade de tentativas de login permitidas. Não há mais requisitos específicos de composição de senhas. O segredo é, como sempre foi, fazer uma senha loooooooonga.

A AGP tira sua dúvida (nº 25)

> O que é uma marca mista?

As marcas mistas, também chamadas de logomarcas ou logotipos, são fundamentais para diferenciar seu produto ou empresa dos demais.

Quando você tem somente o registro da marca nominativa (sem logotipo), você tem somente o texto (fonema).

Se um pirata copiar seu logotipo com outro texto, você só terá como se proteger se tiver o registro da marca mista.

Se você tem o registro apenas na forma nominativa, pode ter problemas com um concorrente que imite sua identidade visual sem copiar o texto.

O investimento para registrar a marca mista é igual ao da marca nominativa. e muitas vezes a marca escolhida não tem condição técnica para obter o registro nominativo, por isso a marca MISTA é a opção mais recomendada para quem vai registrar sua primeira marca.

Uber será auditado durante 20 anos por violar privacidade

Ainda não dá para dizer que a fase infernal do Uber ficou no passado, mas aos poucos a companhia vai arrumando a casa para pelo menos amenizar os estragos. O último movimento vem em prol da privacidade: a partir de agora, o Uber será auditado para evitar que funcionários e usuários sejam “espionados”.

O problema tem relação com o chamado God Mode, ferramenta que permite que alguns funcionários privilegiados do Uber acompanhem todos os detalhes de uma corrida, como a localização em tempo real de motoristas ou clientes.

Na teoria, esse recurso é uma ferramenta de segurança e, portanto, deve ser usado apenas em situações específicas. Mas um executivo do Uber foi acusado de acessar o God Mode em 2014 para “seguir os passos” de uma jornalista do BuzzFeed sem que ela soubesse.

Depois do episódio, o Uber falou em descontinuar ou restringir o recurso, mas tudo indica que a promessa não foi cumprida: nos meses seguintes surgiram denúncias sobre funcionários que teriam usado o God Mode para rastrear ex-namoradas, políticos e até celebridades, como a cantora Beyoncé.

Para Maureen Ohlhausen, presidente da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), entidade que regula práticas comerciais nos Estados Unidos, o Uber errou duas vezes nessa história: ao não implementar cuidados para evitar que a ferramenta fosse usada indevidamente e ao prometer providências, mas não tomar decisões consistentes.

Encurralada com tantas críticas e acusações, a companhia decidiu fechar um acordo com a FTC para enterrar o problema. O Uber concordou, entre outras medidas, em implementar um programa interno de privacidade que terá auditoria independente (externa) a cada 24 meses pelos próximos 20 anos.

Em outras palavras, o Uber aceitou tomar medidas para evitar que usuários e funcionários sejam expostos indevidamente e, ao mesmo, deu sinal verde para que uma empresa de auditoria verifique se todas as normas do programa de privacidade estão realmente sendo respeitadas.

No comunicado sobre o assunto, o Uber afirmou que o acordo é satisfatório, mas enfatizou que, desde a primeira denúncia, em 2014, vem intensificando os esforços para a proteção da privacidade, dando como exemplo que, hoje, há centenas de funcionários dedicados apenas às tarefas de segurança.

Mazda: patente revela novo motor com três turbos

A Mazda não para de surpreender o mercado mundial. Após a divulgação oficial de que terá o tão aguardado motor com tecnologia HCCI, agora registra no serviço de patentes dos EUA um segundo propulsor, mas desta vez não tão revolucionário quanto o já mencionado. Ainda assim, não deixa de ser surpresa, visto que suas características vão contra a atual filosofia da marca.

Como se sabe, a Mazda decidiu apostar em motores de alta taxa de compressão com a tecnologia Skyactiv, que permite excluir o turbo e ter um motor com rendimento similar ao de um carro híbrido comum. Esse tipo de motor com 14:1 de taxa garante as vendas da marca de Hiroshima, mas ainda não é o suficiente para mantê-las no futuro. Assim, além do HCCI, a empresa prepara um motor mais potente.

Fonte: noticiasautomotivas.com.br

A AGP tira sua dúvida (24)

> Se eu não renovar minha marca, alguém poderá registrá-la em seu nome?
Sim, esse é um problema muito comum, especialmente quando a empresa entra em processo de falência, Aí, é frequente a perda de prazo.

Além disso, muitas vezes a empresa simplesmente perde o interesse na marca e abandona o produto/serviço.

E eis aí uma excelente oportunidade para que alguém que procura por uma marca nova.

Essas marcas, abandonadas, estão legalmente livres para que qualquer um as registre. Muitas delas ainda têm forte apelo de mercado e consumidores fiéis.

Após batalha judicial, Crocs perde a patente de sandália mundialmente famosa

A fabricante americana de calçados Crocs perdeu uma disputa judicial pela patente do seu produto mais famoso, o tamanco de tipo clog. A empresa acusava sua maior concorrente, a USA Dawgs, e outras fabricantes de terem copiado o famoso design emborrachado do tamanco, e exigia reparações financeiras.

A Agência de Patentes e Marcas Registradas dos EUA, entretanto, rejeitou a acusação, afirmando que um pedido de registro do mesmo modelo já tinha sido publicado mais de um ano antes de a Crocs solicitar a patente.

A batalha nos tribunais durou cinco anos e pode significar para a Crocs a perda de uma fatia considerável do mercado de calçados. Apesar de serem consideradas “feias” por muita gente, as sandálias de plástico do tipo ‘clog’ venderam milhões de unidades em todo o mundo, e conquistaram uma legião de fãs por serem considerados muito confortáveis – entre eles, alguns atores famosos de Hollywood e até famosos chefes de cozinha.

Fonte: estadao.com.br

Samsung ultrapassa mais de 4 mil registros em 2017, 4x mais que a Apple

As empresas estão sempre tentando inovar para se manter relevantes no mercado e não perderem seu espaço. Por isso, a maioria das ideias para os seus produtos são patenteadas, mesmo que não existam planos de produzi-las tão cedo. Esse é um modo de proteger as propriedades intelectuais e impedir que uma nova competidora invada o seu nicho.

Grandes companhias do mundo da tecnologia como Google, Facebook, Apple, Amazon, Microsoft, entre outras, registram milhares de patentes nos Estados Unidos todos os anos. Mas nenhuma dessas empresas é a líder da prática. Os últimos dados apontam que a IBM foi a companhia que mais registrou patentes durante este ano, seguida de perto pela Samsung.

A IBM já registrou 5797 patentes desde o primeiro dia do ano até o fim de julho. Já a Samsung ficou em segundo lugar com 4143 registros de patentes. Isso resulta em uma média de 19,5 novas patentes por dia.

A IBM também lidera entre as companhias de tecnologia com o maior número de patentes conquistadas desde 2010, com 53925 registros. A Samsung se mantêm em segundo com 44301 patentes no mesmo período. Os resultados não são muito diferentes dos captados no ano passado.

Fonte: tudocelular.com.br

A AGP tira sua dúvida (23)

> O que é uma oposição?

Oposição é quando alguém (pessoa ou empresa) apresenta ao INPI uma argumentação formal, geralmente embasada em fatos e documentos, buscando que uma determinada marca não seja registrada, então, qualquer um pode fazer ou receber uma oposição, basta ter um processo em andamento no INPI.

Quando você recebe uma oposição precisa fazer a manifestação à oposição, ou seja, uma defesa, uma contra-argumentação, tentando demonstrar ao analista do Instituto que os motivos alegados na oposição não são legítimos ou não são suficientes para indeferir seu processo.

Independente de haver ou não a manifestação o processo será julgado pelos técnicos do INPI, mas as recentes decisões do INPI apontam que, quando não há manifestação (contestação) o Instituto tem entendido que você concorda com os termos da oposição e tem indeferido os processos.

Sendo assim, podemos considerar que a manifestação é obrigatória. Sem manifestação, seu processo será indeferido.

Novidade no câmbio dos automóveis. Ou o retorno no ponto-morto

Toyota registra patente de transmissão manual com controle automático

A busca por redução no consumo de combustível tem levado vários fabricantes de veículos e de componentes automotivos a desenvolver novos métodos, alguns até inusitados. Sabe-se, por exemplo, que algumas transmissões automáticas ou automatizadas de dupla embreagem possuem uma função “roda livre”, onde o câmbio desengrena e fica em ponto morto, deixando o veículo rolar com a inércia. Isso geralmente ocorre em desacelerações ou em declives longos, onde se pode obter mais economia.

Até então, com a injeção eletrônica, andar na “banguela” não trazia mais a vantagem que na época do carburador. Agora a tecnologia é outra e já existe até motor que desliga sozinho nessas circunstâncias, praticamente deixando o veículo à mercê da física. A Toyota decidiu seguir esse caminho e ter um câmbio que possa entrar em neutro sob certas condições, a fim de poupar combustível.

De acordo com o Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos, a Toyota registrou uma tecnologia que consiste em um câmbio manual comum, mas que possui um sistema de gerenciamento eletrônico que permite manter o veículo em ponto morto durante a condução. O dispositivo funciona com um controlador eletrônico que detecta a desaceleração do veículo e aciona de forma automática a embreagem.

Assim, sem o contato entre motor e câmbio, o veículo pode rodar sem tração e assim economizar combustível. Mas o invento não fica apenas nisso. Para assegurar que um motorista inexperiente engrene uma marcha errada ou em velocidade incompatível, pinos na caixa servem para travar essa mudanças indesejadas, garantindo melhor condução, segurança e durabilidade. A patente da Toyota não revela os detalhes no funcionamento dessa tecnologia, mas ela deve reduzir os custos com transmissões e aproximar mais a velha caixa manual de suas correspondentes automáticas.

Também não se sabe quando o invento irá ganhar as ruas dos EUA e do mundo. Atualmente, a Toyota se apoia nas caixas de transmissão automáticas com conversor de torque e CVT, bem como manual, variando apenas no número de marchas e aplicação. Fabricantes como Volkswagen e Mercedes-Benz, por exemplo, apostam alto nas automatizadas de dupla embreagem e agora também em suas versões híbridas, que carregam dentro do dispositivo um motor elétrico para reduzir os esforços do motor.

No Brasil, o uso de caixas automáticas ou CVT cresceu bastante com a introdução em carros compactos, tais como o líder Chevrolet Onix e o Toyota Etios. Mas, ainda é bem presente o câmbio automatizado em alguns modelos.
Fonte: noticiasautomotivas.com.br

A AGP tira sua dúvida (22)

> Qual é o prazo de validade de um registro de marca?

No Brasil, o registro de uma marca vale por 10 anos e pode ser renovado a cada 10 anos (chamado ‘decênio’), sem limite máximo de renovações.

O titular da marca tem que solicitar a renovação do seu registro durante o 9º ano de vigência do registro, caso contrário ele pode perder a marca.