A AGP tira sua dúvida (16)

Registrei o nome da minha marca. Ninguém mais pode usá-lo, certo?

Errado. Você terá a marca protegida e ninguém poderá usá-la na atividade ou produto para o qual você pediu o registro. Outras atividades ou produtos podem até ter uma marca igual à sua. Veja a marca “Continental”, por exemplo. É registrada para eletrodomésticos para uma empresa, cigarros para outra, hotéis para outra, transportadora e vários outros segmentos, sempre para empresas diferentes.

Você registrou a marca “Continental” para eletrodomésticos, mas existe outra empresa que produz PNEUS com esse nome, você NÃO PODERÁ impedí-los de usar e de registar a marca, porque seu produto está em outra classe e não existe possibilidade do cliente ir na loja comprar um microondas e sair com um pneu por engano, ficou claro?

O foco da análise é a possibilidade de confusão por parte do cliente, se uma pessoa comum pode confundir as marcas/empresas, há possibilidade de impedir o uso e o registro da marca, se essa possibilidade não existe ou é remota, provavelmente você não poderá fazer nada contra essa outra marca.

Deseja mais informações?
– Ponta Grossa, PR (Matriz) – (42) 3025-2751
– Blumenau, SC – (47) 3335-1670
– Cascavel, PR – (45) 3224-7950
– Itapetininga, SP – (15) 3272-9192
– Francisco Beltrão, PR – (46) 3211-2800
– Maringá, PR – (44) 3031-9671

Conheça o dispositivo que transforma poluição do ar em eletricidade

Poluição de ar mata. Por isso, pesquisadores da Universidade de Antwerp encontraram a saída para transformá-la em energia elétrica. O dispositivo, que cabe na palma da mão, é leve e só precisa da luz do sol para funcionar.

A transformação é dividida em duas etapas. Na primeira, o ar é purificado. Já na segunda, o gás hidrogênio, fonte de eletricidade, é gerado. A mudança é feita a partir de nanomateriais que funcionam como catalisadores e são capazes de quebrar a poluição do ar e produzir o hidrogênio – que, por sua vez, pode ser armazenado e utilizado como fonte de energia.

Sammy Verbruggen, pesquisador responsável pelo estudo, publicado recentemente, acredita que ainda há muito trabalho até que seja possível aplicar a tecnologia de forma escalável no dia a dia da população. “Ainda não descobrimos o ‘cálice sagrado’, mas temos na nossa frente um vasto campo de oportunidades”, explicou o cientista, que está trabalhando na escalabilidade e otimização do dispositivo.

De acordo com o site de notícias da universidade local, KU Leuven, o novo dispositivo é inspirado na tecnologia já usada atualmente em painéis solares. A diferença é que a novidade não produz energia fotovoltaica diretamente. Ela utiliza a luz do sol para gerar energia para purificar o ar e, com isso, produzir hidrogênio.

E tem mais: quanto mais poluído for o local onde está instalado o dispositivo, maior é a sua eficiência para produzir eletricidade.

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Seja contra o trabalho infantil.

Conheça o Primer, o app do Google com lições básicas de marketing na web

Usuários brasileiros já podem acessar a versão em português do Primer, app desenvolvido pelo Google com o objetivo de apresentar de forma clara e objetiva os conceitos iniciais de marketing, ideal para quem é leigo no assunto e quer ter uma noção básica.

O utilitário é gratuito e foi desenvolvido especialmente para auxiliar donos e funcionários das empresas com lições iniciais de marketing. O objetivo é ajudá-los a planejar ações para atingir melhor seu público-alvo e medir o retorno das campanhas realizadas. A rotina diária é corrida demais, então o aplicativo condensa os aprendizados em lições que duram, em média, cinco minutos.

A grande vantagem é que o Primer funciona sem Internet, o que significa que não consome dados. Assim, é possível assimilar os conhecimentos apresentados no app de qualquer lugar, seja no caminho do trabalho ou em uma pausa diária.

O Primer oferece lições introdutórias divididas em quatro temas (Publicidade, Conteúdo, Mensuração e Estratégia) sobre uma grande variedade de tópicos relacionados a marketing, como branding, storytelling e compra programática de anúncio, e muito mais.

A versão em português do Primer by Google já pode ser encontrada no Google Play e também na Apple Store.

A AGP tira sua dúvida (15)

Qual a proteção que tenho ao registrar uma marca?

O registro da marca garante ao seu titular o direito de exploração comercial da marca, o direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos com sua marca sem sua autorização EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL.

Esse direito pode ser limitado pelo INPI caso a marca seja composta por elementos de uso comum, descritivos ou até necessários no segmento. Para isso, o INPI inclui ressalvas que chamamos de “apostila” no registro, tais como:
“Sem exclusividade da palavra XXXX isoladamente.”
“Sem exclusividade do elemento nominativo.”
“No conjunto.”

Essas são as ressalvas mais comuns. Caso a sua marca tenha um desses “apostilamentos”, procure a nossa orientação antes de sair brigando com todo mundo. Por que? Porque sua marca não é totalmente exclusiva. Portanto, se você abusar do seu direito, pode sofrer um revés.

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Melhore sua gestão financeira

Neste vídeo, o professor Daniel Sousa, do IBMEC-RJ, fala como isso deve funcionar nas pequenas empresas:

Brasil é o único país do mundo que transforma eletrônico usado em peça nova

A Sincronics tem cerca de 30 clientes, entre eles gigantes como a HP. “É uma empresa que sempre lidera essa questão ambiental e chegou para a gente com o desafio: ‘Criem um plástico reciclado branco’. Uma coisa inédita. Ela nos incentivou, e a gente foi atrás pra desenvolver um processo. E no final, virou nossa cliente”, explica Carlos Ohde, diretor-geral da empresa, que é uma unidade de negócios da norte-americana Flextronics no Brasil.

A empresa hoje é a única que usa plásticos de uma impressora usada para fazer uma nova ou o plástico de um cartucho de toner para fazer notebook. “Isso é único aqui do Brasil”, diz.

O diretor da Sinctronics relata ter recebido visitas de vice-presidentes de sustentabilidade de duas grande fabricantes globais. “Eles falaram que aqui é a operação mais completa que viram no mundo. Não é uma operação grande, já que emprega cem pessoas, mas é única quando consideramos de ponta a ponta, já que a gente transforma o eletrônico usado em peça nova. Isso não existe em lugar nenhum no mundo.”

Este ano, a empresa brasileira recebeu um reconhecimento do Fórum Econômico Mundial, pela contribuição na economia circular.

“Também recebemos um convite para apresentar nosso caso em Helsinque, na Finlândia, num congresso de economia circular. Apesar da teoria lá na Europa fazer muito sentido –e a teoria de economia circular é fantástica–, do ponto de vista prático quem conseguiu montar alguma coisa nessa área de eletroeletrônicos fomos nós. Outros países não têm ainda as condições necessárias.”

Fonte: folha.com.br

Humildade: reclamação de menina de cinco anos fez a Gap mudar a empresa inteira!

Empresários recebem feedbacks sobre suas empresas todos os dias. Existem mensagens positivas, mas também algumas reclamações. Na maioria das vezes, o conteúdo fica perdido e não é respondido. No entanto, não foi isso que o CEO da Gap, Jeff Kirwan, fez.

Há algumas semanas, uma garotinha de cinco anos chamada Alice Jacob escreveu uma carta para empresa pedindo que a loja considerasse vender uma variedade maior de roupas para as meninas. Segundo ela, as peças são todas “rosa e cheias de princesa”.

Quando recebeu a mensagem, Kirwan decidiu respondê-la. Leia o e-mail abaixo que foi disponibilizado no The Washington Post:

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“Olá, Alice,
Eu li as cartas que você enviou e queria ser o único a te responder. Sou o Jeff e sou o presidente da Gap. Você parece uma garota muito legal e com muito estilo.

Na GapKids, tentamos sempre oferecer uma ampla gama de opções para meninas e meninos. Isto inclui uma seleção para meninas com dinossauros, tubarões, futebol e alguns super-heróis.

Nossa coleção mais recente da Disney inspirada em A Bela e a Fera também é sobre a força das meninas. Isso é algo muito importante para nós.

Mas você está certa! Eu acho que podemos fazer um trabalho melhor oferecendo ainda mais opções. Eu conversei com nossos designers e vamos trabalhar em coisas ainda mais divertidas que eu acho que você vai gostar.

Entretanto, vou lhe enviar algumas de nossas camisetas da coleção mais recente. Por favor, nos dê sua opinião sobre elas! Os comentários de nossos clientes são muito importantes para nós e eles nos ajudam a criar produtos ainda melhores.

Obrigado novamente,
Jeff”
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Existem coisas na mensagem de Kirwan que passam ensinamentos para todas as pessoas de negócios. Por exemplo, identificar que as reclamações dos clientes são um presente, um feedback muito valioso. Elogiar e reconhecer o erro também é essencial para uma empresa.

O mais interessante é que ele aceitou as reclamações de uma garota de cinco anos. A mensagem poderia ter sido ignorada, mas ele decidiu respondê-la. Mais ainda, decidiu mudar a estratégia de sua empresa por causa de sua queixa. Isso pode ser inspirador.

Fonte: revistapegn.globo.com

A AGP tira sua dúvida

Existe outra empresa com o mesmo nome da minha. Então não posso registrar minha marca?

Nem sempre. É comum existirem marcas com o mesmo nome, como, por exemplo, “Inovare”, registrada para uma indústria na classe de móveis e para outra na classe de serviços médicos.

Ou seja, como as marcas são registradas por classes, se ambas estiverem em classes diferentes, não há impedimento.

A exceção é para uma marca registrada como ‘notória’, pois aí ninguém consegue registro com nome semelhante, pois ela tem exclusividade absoluta.

Ainda ficaram dúvidas? Ligue-nos:
– Ponta Grossa, PR (Matriz) – (42) 3025-2751
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– Itapetininga, SP – (15) 3272-9192
– Francisco Beltrão, PR – (46) 3211-2800
– Maringá, PR – (44) 3031-9671
– Ourinhos, SP – (15) 3026-0685

Patente de técnica de modificação genética causa batalha judicial

Em lados opostos estão uma dupla de reconhecidas cientistas e um jovem pesquisador americano.

Uma revolucionária técnica de modificação do genoma colocou em lados opostos, em um tribunal americano, uma dupla de reconhecidas cientistas e um jovem pesquisador americano de origem chinesa, em uma ferrenha disputa pela patente.

O processo sobre essa patente avaliada em milhões de dólares acontece na cidade de Alexandria, na Virgínia, sede do Escritório Americano de Patentes e Marcas (USPTO, na sigla em inglês).

De um lado, estão duas mulheres frequentemente cotadas para concorrer ao Prêmio Nobel: a microbióloga Emmanuelle Charpentier, do Instituto de Berlim Max Planck, e a bioquímica Jennifer Doudna, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

Do outro, está Feng Zhang, do Instituto Broad, um organismo de pesquisa ligado à Universidade de Harvard e ao MIT.

Os três reivindicam a autoria da patente de um instrumento conhecido pelo acrônimo CRISPR-Cas9, o qual representa para a genética o que, no passado, o processador de textos foi para a tipografia.

Esse instrumento permite editar o genoma de maneira cirúrgica, para tratar de uma zona específica do DNA, cortando ou inserindo a sequência desejada.

Os cortes genéticos com o CRISPR-Cas9 abrem infinitos campos de aplicação nas áreas da saúde e da agricultura.

Enquanto os grandes laboratórios médicos e de biotecnologia veem nessa invenção uma potencial mina de ouro, muitos se preocupam com as questões éticas.

Fonte: exame.com.br